Dez Cabeleireiros Por você Seguir No Instagram E Se Inspirar


Dicas Baratas E 30 Projetos Incríveis!


Por esse primeiro de maio, ironicamente, o Facebook passou a “dificultar” o serviço dos profissionais da querida área de monitoramento de mídias sociais. Nessa data, passaram a valer as novas regras das APIs do Facebook. O principal embate para o mercado de supervisionamento de redes sociais é que nenhuma ferramenta, nem sequer usuário, conseguirá fazer coleta de detalhes brutos a começar por pesquisa de termos. Isso significa que não teremos mais acesso ao texto bruto ou ao perfil dos usuários (nem nome e avatar!) de quem mencionar as marcas em tuas timelines (fora de páginas e grupos). Os impactos negativos dessa transformação são os mais óbvios e imediatos.


Em primeiro espaço, as marcas que tentavam encontrar problemas específicos de freguêses individuais a partir do monitoramento de artigos públicas não poderão mais fazê-lo. Agências e consultorias de procura que realizavam estudos qualitativos baseados no modo discursivo/expressivo de usuários não poderão mais fazer isto no Facebook (nesse caso há novas alternativas, mas de menor escala - e conteúdo com o intuito de outro postagem).


Ações de engajamento que envolviam a participação ativa dos usuários em seus próprios perfis também minguarão, uma vez que não será possível monitorar as menções para reportar resultados. Tudo isso traz impactos óbvios para os modelos de serviços e receita de agências e ferramentas. Entretanto chorar pelo leite derramado não auxílio. Assim sendo vamos desfrutar o que for possível, dadas as condições. Segue uma listagem de materiais comentados que poderá proteger muito neste instante de disrupção.


Apesar de encontrar os títulos dos dois primeiros textos perigosos, que tem muita gente que não lê ou se informa com atenção e podem desenvolver um clima apocalíptico, são observações e comentários interessantes. Não duvido nada que, daqui um tempo, muitas pessoas chegarão perguntando: alguém conhece uma ferramenta grátis que pegue estes fatos do Facebook? E ainda por cima vão xingar o Facebook por ter restrito as informações então.

  • Quando Entender
  • cinco itens que valeram a pena adquirir
  • Empresa onde irá mostrar teu domínio
  • cinquenta e oito comentários para “Um gabinete totalmente feito à mão”
  • dois - PESQUISE

Se você quer detalhes legais, bem agregados, organizados, não só no Facebook, contudo em todas as algumas redes, você necessita pagar por uma ferramenta. Social media não é de graça, como ainda muita gente pensa. Há um trabalho sério por trás de tudo. Antes de deslocar-se para as dicas técnicas, amaria de relembrar da gravidade de se imaginar a atuação por esse mercado não apenas em termos da receita que você vai receber hoje com uma plataforma específica. Mas bem como em termos de saúde da web como um todo.


O padrão de negócio do Facebook, ao contrário de corporações como Google e Twitter, não se baseia pela livre circulação de sugestões na internet, entretanto sim pela construção de barreiras para que tudo fique dentro do Facebook. Não é à toa que Tim Berners-Lee, um dos inventores da internet, alertou a respeito do perigo que o Facebook traz aos princípios da Internet. Ano passado, nos dez anos do Facebook, escrevi como o Facebook tornou-se um “ponto obrigatório de passagem“, um grau de centralização de poder muito prejudicial. Para comparar, recomendo o texto, também de minha autoria “250 milhões de motivos para proteger o Twitter“. Para uma visão mais ligada à busca acadêmica, leia o fantástico texto “The redistribution of methods: on intervention in digital social research, broadly conceived”, da Noortje Marres.


De 2012, discute como a abundância de detalhes sociais hoje traz algumas oportunidades e desafios pra construção de conhecimento, de forma especial para a procura acadêmica. Um dos motivos é a centralização destes fatos em empresas como Facebook e Google. Três anos depois, o Facebook piorou bastante a situação para todos.

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